TRÊS LETRAS
Paz. Palavra pequenina, composta de apenas três letras, mas desejada por bilhões de pessoas neste mundo, onde, tantas vezes, o sangue dos inocentes ainda jorra.
A paz é uma conquista. Produz prosperidade, fortalece os povos e dignifica o ser humano. Não nasce da vitória sobre os inimigos nem se estabelece apenas por tratados ou acordos celebrados entre nações. A paz não se explica; sente-se. Habita o íntimo de quem a cultiva e floresce em cada gesto de fraternidade.
Quando os povos se preparam para as guerras mais sangrentas e as batalhas são travadas com fúria, todos passam a desejar a paz. É então que os homens, tomados pelo desespero, abrem seus corações para que ela entre, iluminada pela graça de Deus.
Somente Deus pode conceder a verdadeira paz e somente Ele nos mostra o caminho para encontrá-la. Uma paz duradoura seria uma das maiores bênçãos concedidas à humanidade. No entanto, quando as nações prosperam, muitas vezes deixam-se seduzir pelo orgulho, pela ambição e pelo desejo de poder. Surgem as discórdias, os conflitos políticos, as provocações e, por fim, a guerra. Com ela chegam a miséria, a dor e o sofrimento, que devolvem ao homem a consciência de sua fragilidade.
Então, quando as cidades e os campos se transformam em ruínas e milhões de vidas se perdem nos campos de batalha, a humanidade inteira suplica para que a paz volte a reinar nos corações.
A verdadeira paz habita o coração do homem simples, da criança e dos justos. Somente uma alma limpa, humilde e aberta ao amor pode acolher essa paz interior que todos procuram e da qual o mundo tanto necessita.
Professor Pedro Troche Gonzalez


