Spielberg, seu danadinho, você pegou um tantinho de Vampiros de Almas (1956), outro tantinho de Os Invasores de Corpos (1978), jogou uma poçãozinha da sua própria lavra e … voilá… criou o Dia D. Mas uma coisa precisa ser dita: ninguém, até então, havia nos mostrado tantos fatos que provam e comprovam que não estamos sozinhos no universo.
E essa é a beleza do seu filme.
Sua direção é amplamente elogiada pelo apuro visual clássico (filmado em película) e pela capacidade de criar uma atmosfera imersiva.
A atuação de Emily Blunt e a carga reflexiva sobre fé, ceticismo e o papel da verdade em uma sociedade moderna também receberam forte destaque positivo.
Muitos críticos apontaram problemas no roteiro e no ritmo arrastado do segundo ato.
Não concordo com eles.
O final abrupto e enigmático gerou fortes reclamações por focar apenas na transmissão do sinal e encerrar a narrativa sem mostrar o colapso ou a reação prática da sociedade ao descobrir a verdade.
Também não concordo com isso.
Ah… o críticos!
Mas de uma coisa, eu garanto: coitadinhas das poltronas do cinema, porque elas ficaram em estado de choque.
Imagine, então, as pessoas que se sentaram nelas. Sai de lá amassado!
Ah… ia esquecendo de dizer sobre a criatividade e a beleza gráfica do poster do filme.
Uma maravilha de direção de arte.
(No cinema)


