MAIS UMA BELEZA DE STEVEN SPIELBERG.

Spielberg, seu danadinho, você pegou um tantinho de Vampiros de Almas (1956), outro tantinho de Os Invasores de Corpos (1978), jogou uma poçãozinha da sua própria lavra e … voilá… criou o Dia D. Mas uma coisa precisa ser dita: ninguém, até então, havia nos mostrado tantos fatos que provam e comprovam que não estamos sozinhos no universo.

E essa é a beleza do seu filme.

Sua direção é amplamente elogiada pelo apuro visual clássico (filmado em película) e pela capacidade de criar uma atmosfera imersiva.

A atuação de Emily Blunt e a carga reflexiva sobre fé, ceticismo e o papel da verdade em uma sociedade moderna também receberam forte destaque positivo.

Muitos críticos apontaram problemas no roteiro e no ritmo arrastado do segundo ato.

Não concordo com eles.

O final abrupto e enigmático gerou fortes reclamações por focar apenas na transmissão do sinal e encerrar a narrativa sem mostrar o colapso ou a reação prática da sociedade ao descobrir a verdade.

Também não concordo com isso.

Ah… o críticos!

Mas de uma coisa, eu garanto: coitadinhas das poltronas do cinema, porque elas ficaram em estado de choque.

Imagine, então, as pessoas que se sentaram nelas. Sai de lá amassado!

Ah… ia esquecendo de dizer sobre a criatividade e a beleza gráfica do poster do filme.

Uma maravilha de direção de arte.

(No cinema)

Wanderley Dóro

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