Faça mais do que pedem.
Entregue mais do que prometeu.
Vá além do mínimo.
Isso se tornou raro.
E exatamente por isso, se tornou valioso.
Vivemos uma era em que muitas empresas e profissionais não estão falhando por falta de talento — estão falhando por falta de compromisso com a entrega. A régua baixou. O “básico” virou exceção. O mínimo, quando é feito, às vezes já é comemorado.
E é aqui que mora uma oportunidade silenciosa.
Quem entrega mais do que é pedido constrói algo que dinheiro não compra: reputação, confiança e recorrência.
Grandes pensadores sempre apontaram isso.
Jim Rohn dizia que “o valor que você gera no mercado sempre será mais importante do que o tempo que você vende.”
Peter Drucker reforçava que resultados existem para fora, no valor que é entregue — não no esforço interno.
Na prática, criar valor antes de exigir ser valorizado é um dos pilares mais poderosos de transformação pessoal e profissional.
Porque o cérebro humano recompensa quem resolve problemas, não quem apenas cumpre tarefas.
Ele memoriza quem facilita, antecipa, melhora, organiza e protege resultados.
Quando você passa a jogar o jogo da entrega acima da média, três coisas mudam:
• sua percepção de si mesmo
• a forma como o mercado te enxerga
• o tipo de oportunidade que começa a te procurar
Primeiro vem o valor.
Depois vem o reconhecimento.
Depois vem o crescimento.
Sempre foi assim.
Só que hoje, com tão poucos fazendo o mínimo, quem faz mais do que o combinado se torna rapidamente indispensável.
— Pedro Fabrini
Seja diferenciado


