A maioria das empresas contrata errado.
E depois tenta treinar o que nunca foi alinhado.
O erro quase nunca está na capacidade técnica.
Está no fato de que se contrata dizendo apenas O QUE a pessoa vai fazer…
mas quase nunca POR QUE ela deve fazer.
E o cérebro não trabalha por tarefas.
Ele trabalha por sentido.
A neurociência é clara: quando uma pessoa entende o porquê, o cérebro ativa circuitos ligados à motivação intrínseca, responsabilidade e tomada de decisão. Quando ela só recebe o “o quê”, o que se ativa é obediência, gasto mínimo de energia e busca por recompensa externa.
Isso explica por que tantos colaboradores:
• fazem apenas o básico
• não se sentem donos do resultado
• não tomam decisão
• e se desconectam rápido da empresa
Boas práticas de gestão já entenderam isso há tempo.
Empresas de alta performance não contratam apenas para executar funções.
Elas contratam para cumprir propósitos claros, métricas bem definidas e impactos compreendidos.
Quando o “porquê” está claro:
— o retrabalho diminui
— a autonomia aumenta
— o engajamento deixa de ser cobrado e passa a ser natural
Simon Sinek popularizou essa verdade de forma simples: pessoas não compram o que você faz, elas compram o porquê você faz.
E isso vale de forma ainda mais profunda para quem trabalha com você.
Se você quer times mais maduros, responsáveis e estratégicos, talvez não precise de mais cobrança.
Talvez precise de mais clareza de sentido desde a contratação.
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— Pedro Fabrini
O maior erro das empresas


