Comece pelo pequeno

As pessoas querem mudar de vida.
Mas não arrumam nem a própria cama.
Querem prosperidade, equilíbrio, reconhecimento, grandes resultados…
mas não conseguem trocar uma lâmpada queimada do carro, organizar a própria casa ou sustentar um pequeno compromisso diário.
E isso não é falta de tempo.
É falta de consciência.
Na linguagem neurolinguística, sabemos que o cérebro cria identidade a partir de micro-evidências repetidas.
Cada pequeno ato que você faz — ou deixa de fazer — envia uma mensagem silenciosa para o seu sistema nervoso:
“sou alguém que resolve” ou “sou alguém que adia”.
A PNL chama isso de incongruência entre discurso e comportamento.
E o cérebro sempre acredita mais no comportamento.
A vida muda como círculos concêntricos.
Do dentro para fora.
Do pequeno para o grande.
Do invisível para o visível.
Primeiro você organiza o que está ao seu alcance.
Depois o que está sob sua responsabilidade.
Depois o que está sob sua influência.
Só então o que está sob seu comando.
Quem não governa o próprio quarto quer governar a própria vida.
Quem não cuida do detalhe quer o palco.
Quem não honra o simples pede o extraordinário.
Grandes mudanças não começam com grandes decisões.
Começam com pequenas identidades sustentadas.
Porque não é o que você quer que te transforma.
É o que você pratica.
— Pedro Fabrini

Pedro Fabrini

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